Dialogando no Natal: propostas e perspectivas.

Por ricardo em Notícias dezembro de 25 de 2013 - 3:00

Mensagem de natal

Dialogando no Natal: propostas e perspectivas.

O Natal está chegando. Um observador atento ao fluxo de pessoas nas ruas e nos centros comerciais chega a seguinte constatação:
Estamos no final do Ano! Muitos querem comprar algo, para dar a alguém. Tudo parece correr tão veloz, que quase não há tempo para escutar o outro. Afinal, é importante que o pacote do presente seja bonito e chame à atenção. Muitos esforçam-se em gestos de gentileza e até controlam-se no trânsito, seguinto a atmosfera do Natal. Alguns gritam, buzinam seguem em um ritmo frenético, pois devem encomendar o suculento peru da ceia, ou pagar as contas para não entrar o novo ano com dívidas. Outros não têem a possibilidade de um jantar natalino, ou de um lar para ir e embalar-se em meio a luzinhas e boas companhias.

Todos esperam anciosos a chegada do Papai Noel e ensinam as crinças que é o bom velhinho, aquele que deixou o presento debaixo ou ao lado da cama. A figura do Noel parece ser tão importante, que ao perguntarmos a um grupo de crianças: – Qual o personagem principal do Natal? Elas quase em coro sonoro respondem: – É o Papai Noel.
O observador com semblante alegre, cheio de esperança e ousado no agir faz ecoar em meio ao corre-corre da cidade:

No Natal nasceu para nós o Salvador. Um Menino, ‘pequeno grande’, príncipe da Paz. Nasceu para nós ‘ Jesus Cristo Filho de Deus – o Emanuel’. Ele é o principal protagonista do Natal: o começo e o fim. É dele e para ele que as nossas energias devem-se somar para anunciarmos a sua mensagem de paz, de união e de um mundo melhor.

A gruta de Belém não é mais um espaço geográfico no Oriente Médio, mas é o coração humano. Nossas crianças, nossas famílias, nossos idosos e aqueles sem voz e sem vez devem conhecer este Menino Jesus, muitas vezes ofuscado pelas ilusões do consumismo e a preocupação com a imgem externa do ser e não com a paz interior.

As verdadeiras motivações natalinas de reconciliação e de amor devem envolver a família, aquela que temos e nela deve-se experimentar a ternura do acolhimento, da aceitação do outro e da superação das mágoas. Será verdadeiramente Natal, quando nós no silêncio de nossos corações e na serenidade de nossas consciências prepararmos para Jesus um lugar em nossas vidas e enteder que aquele pequeno Menino tornou-se grande, porque amou-nos até o fim.

Um bom Natal com a simplicidade da oração e na constância no anúncio do Evangelho que é a própria vida do pequeno Salvador.

P. Sóstenes Luna

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