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Alunas do Curso de Sistema de Informação da Unichristus são aprovadas no programa Ciências sem Fronteiras

Notícias, Sistemas de Informação julho de 22 de 2014 - 17:56

Duas alunas do Curso de Sistema de Informação da Unichristus foram aprovadas no Programa Ciências sem Fronteiras e estão de malas prontas para viver essa incrível experiência acadêmica e de vida.

Fernanda Patzi finalizou o 7º semestre em 2014.1 e vai ficar 1 ano e 4 meses fora do Brasil, cursando disciplinas como: Projeto de Engenharia de Software,
Métricas de Software, Ferramentas de Software de Negócios, Implementação de Sistemas de Negócios, Análise de Sistemas e Design…

Já a aluna do 3º semestre, Geórgia Ferreira Lopes Cavalcanti, vai passar 1 ano e 3 meses, e vai escolher as disciplinas quando chegar lá e analisar a oferta.

Fernanda diz que desde que começou a cursar Sistemas de Informação tem vontade de fazer uma parte da graduação fora. Trata-se, segundo ela, de uma oportunidade única poder desenvolver os conhecimentos adquiridos na Unichristus em uma Universidade Conceituada no Exterior (que está entre as 50 melhores com menos de 50 anos – Curtin University Technology), aonde estudará disciplinas da área de Sistemas de Informação e Engenharia de Software.

Geórgia afirma que a motivação veio da vontade de viver novas experiências, uma vez que ela já havia estado em Londres em 2012 por um mês, e achou a experiência fantástica. Ela diz que conheceu uma cultura totalmente diferente da vivida no Brasil, o que a fez se apaixonar pela Inglaterra.

Geórgia explica que começou a estudar inglês desde muito nova, ainda no colégio e após terminar o curso, quis fazer um intercâmbio para colocar em prática tudo que aprendeu.

Ela diz que o programa Ciências Sem Fronteiras exige que você consiga pelo menos entender a língua do país em que você se candidata. Dependendo do país a nota a ser conseguida nas provas de fluência podem ser bem altas, como no caso da Inglaterra.

Fernanda relata que quando fez o TOEFL para participar do programa tinha feito apenas 3 semestres de Inglês e tinha pouca base, mas passou 4 meses estudando bastante sozinha em casa e conseguiu uma pontuação maior do que precisava. Ela considera uma grande vitória pois nunca tinha tido contato com Inglês, até começar o estudo intensivo. Posteriormente fez um intercâmbio de 2 meses no Canadá durante as férias da faculdade e considera como uma experiência única.

As alunas relatam que o Prof. Adail Silva e a Professora Cymara Kuehner contribuíram sobremaneira para o êxito na aprovação do programa, pois trata-se de um processo longo e demorado e eles se mostraram sempre prestativos e atenciosos, acompanhando-as desde o início do processo de inscrição até hoje, ajudando em tudo o que foi necessário.
Fernanda diz que ainda vai passar pelo processo de visto e exames médicos, e ressalta que a Austrália é muito exigente, mas informa que já está com a carta de benefícios em mãos e com a matrícula da universidade.

Ao ser perguntada sobre as vantagens profissionais em participar de um programa desse nível, Geórgia afirma que acredita “que um intercâmbio desse nível é uma grande fonte de aprendizado. Uma oportunidade de troca de informações, já que vou levar meu conhecimento e com certeza trazer novos para o nosso país. Além de experiências que irão me fazer crescer como pessoa, morar só, se relacionar com outros intercambistas, gerenciar as finanças e etc. E não tenho dúvidas de que tudo isso contribuirá para o meu futuro, principalmente o profissional”.

Fernanda complementa dizendo que “estudar no exterior é muito mais que aprender um segundo idioma. É aprender outras culturas, conhecer pessoas do mundo inteiro, compartilhar conhecimento, trocar experiências, viver intensamente e aproveitar cada minuto deste aprendizado e poder levá-lo para o resto da vida, e o mais importante, repassar à outras pessoas que não tiveram a mesma oportunidade que você. Isso tudo agrega à bagagem profissional e pessoal, o que abre as portas para um futuro promissor. E é isto que as empresas estão buscando, profissionais com este diferencial”.

Alunas do Curso de Sistema de Informação da Unichristus são aprovadas no programa Ciências sem Fronteiras

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