15ª Semana do Direito

Por adm01 em Direito, Notícias junho de 1 de 2017 - 14:35

Do dia 23 ao dia 26 de maio, o Curso de Direito da Unichristus realizou a 15ª Semana do Direito e para resumir todo o sentimento desses 15 anos de Curso, a aluna Andressa Duarte fez todos rirem e se emocionarem com a leitura de um texto seu que fala sobre o cotidiano de situações aos quais só os alunos do Curso de Direito da Unichristus passam diariamente.
“Há quase 3 anos UNICHRISTUS faz parte da minha vida e da minha rotina, virou uma segunda casa, (na verdade, paira a dúvida: talvez seja a primeira.) É aqui que tenho passado boa parte do meu tempo, dividindo com os colegas as alegrias e dificuldades diárias de galgar esses 5 anos (por favor não mais que isso!), e, dia desses numa tarde dessas de 4º andar, decidi montar uma lista de coisas que fazem parte do nosso dia-a-dia.
Fazer direito na Unichristus é:
– Para a nossa alegria, e às vezes desilusão, – sempre haverá aula. Sempre. Se o professor faltou, em poucos segundos, outro surge. Não importa o imprevisto, vai aparecer alguém. Não entendo bem como é essa mágica, mas sei que ela acontece. Sim! Vai aparecer alguém de notório saber pra te dar aula e a gente fica meio se perguntando como é que foi que apareceu aquilo tudo de improviso.
A verdade, é que não foi de improviso.
Competência é isso. E, se tem uma coisa que essa nossa turma entende, é de competência. É por isso que somos os melhores. Conceito 5. É por isso que ganhamos selo OAB recomenda e temos o maior número de aprovações na OAB. Tem uma turma massa trabalhando de modo integral, dispostos a nos auxiliar e sem medir esforços na busca de estejamos sempre no topo. Então saiba: se o fim do mundo acontecer na semana, antes, teremos nossa imperdível aula apocalíptica.
– Se revoltar com as escores descontadas no português, prometer pra si que vai lá no plantão aprender sobre a bendita regra que errou ou reclamar, e, esquecer disso depois de 3 dias. (até a próxima np)
– O tradicional cálculo de pontos pra np3, que pode tirar o sossego de muitos. “Preciso tirar 11,7 -me ajuda, Deus!” ; até do mesmo dos cravadores de 10: “Tirei 10 na np1 e na np2… mas, se eu tiver um ataque repetino de amnésia e tirar menos q 4 np3? Çocorro!” Deboistas pensam: “só quero meu 4”.
– Se sentir um pouco em Hogwarts ao andar por aquela rampa espiralada que dá acesso ao ambulatório no 2ºandar;
– Saber que existem folhas de rascunho para as provas (não destacáveis), mas que se vc fizer rascunho não vai dar tempo terminar a prova;
– Experiências de quase-morte por atropelamento ao ir pro NPJ;
– Se sentir o máximo vestido de toga no primeiro semestre ao encenar “O caso dos exploradores de cavernas”, e depois participar milionésimas vezes como jurado pra ganhar horas de extensão;
– Ficar em dúvida sobre qual trio de elevadores esperar e quando finalmente decidir, ver o do outro lado chegar;
– Bater uns papos e ficar íntimo dxs recepcionistas de andar. 💕
– Perder de vez em quando a paciência de esperar os elevadores e descer mais de dez andares de escada;
– Sentir aquele orgulho bom ao ver o cartaz de avaliação do ENADE com o nome “Unichristus” ocupando o primeiro lugar;
– Entrar no aluno online mil vezes após as provas pra ver se já lançaram a nota;
– Ficar satisfeito (ou ficar de bad) ao ver desvio padrão na nota da turma;
– Perder alguma coisa e ir atrás no 5 andar; (e encontrar!)
– Se sentir no polo-norte quando professores vindo das audiências tudo de terno morrendo de calor, mandam diminuir ainda mais a temperatura do ar condicionado;
– Ter medo que os professores sigam o que tem escrito no cartaz azul de cada sala, que “proíbe o uso de eletrônicos, celulares, notebooks, tamagochi e afins”
– Ter vontade de sentar na cadeira azul acolchoada com o nome “reservado”;
– Fazer cara de paisagem quando o elevador apita;
– Sentar nos lados das paredes em busca das tomadas;
– Responder à ‘maravilhosa’ avaliação institucional do fim de semestre no aluno online só pelo sonho de ganhar o notebook ;
– Ouvir lendas sobre o que existe no andar 16; (Torquilho disse que há uma alma que atende pelo nome de “Zé”)
– Participar das já clássicas atividades de extensão: Mini-curso da RAM, Arena Musical, Oficina de Teatro Anverso e Reverso, Curso de Francês;
– Ir no 5º andar e ser ajudado/orientado pelo Vildomar. (Resolve tudo! <3);
– Perguntar quem é o monitor da disciplina no último período e ir à caça, após passar o semestre todo vendo o retratinho dele no cartaz;
– Medo em grupo de perder prazo de protocolar no NJP;
– Pânico de fazer segunda chamada; “O professor disse que vai ser cumulativa, com 6 questões abertas”
– Mil grupos de disciplinas no WhatsApp;
– Perguntar: “Professor, a prova é cumulativa?”;
– Alegria de descobrir que na prova poderá consultar VADE MECUM;
– Ter/vontade de ter um armário no 3º andar pra deixar o VADIM lá;
– Sair feio na foto da carteirinha da biblioteca;
– Se tacar nas catracas quando tá atrasado;
– A irrecorrível sentença de toda semana ter no mínimo uma peça pra fazer;
– “AMAR” acordar cedinho sábados pela manhã para fazer provas de estágio;
– Saber que um dia sentirá saudade ou alívio (ou os dois) disso tudo;
É nessa loucura entre as dores e delícias, de pessoa em formação na busca de um Direito mais justo, que agradeço em nome todos os colegas, pela dedicação dos funcionários, coordenação e docência do Curso de Direito. E como aluna, me sinto parte dessa história, que agora já se soma à minha, já é parte do que sou. Essa é também uma história de amor. Parafraseando o ilustre Belchior: Amar e mudar as coisas me interessa mais.”

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